Carlo Cosentino

Carlo Cosentino

Professor Adjunto · Faculdade de Direito do Recife · UFPE

Carlo Cosentino é advogado, sócio do escritório Cosmo e Cosentino Advogados, e Professor Adjunto da Faculdade de Direito do Recife – UFPE. Doutor e Mestre em Direito pela UFPE, investiga as relações entre o trabalho e a tecnologia – em especial as da informação e comunicação –, em diálogo com a teoria social crítica.

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Publicações
Direito do Trabalho, Tecnologias da Informação e da Comunicação: impactos nas relações individuais, sindicais e internacionais de trabalho featured image

Direito do Trabalho, Tecnologias da Informação e da Comunicação: impactos nas relações individuais, sindicais e internacionais de trabalho

Resultado da pesquisa doutoral do autor, a obra investiga os impactos das tecnologias da informação e da comunicação sobre o Direito do Trabalho, em suas dimensões individual, sindical e internacional.

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Do Cronômetro ao Algoritmo: a metamorfose neoliberal da exploração do trabalho na era da uberização

O presente artigo procura examinar a uberização do trabalho como estratégia neoliberal que atualiza a exploração capitalista via algoritmos, reconfigurando relações laborais sob a ilusão de autonomia.

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Fetichismo tecnológico no capitalismo de plataforma: relações e contradições da tecnologia e da IA com o Direito do Trabalho

O presente artigo investiga o fetichismo tecnológico no capitalismo de plataforma. Inspirado no fetichismo da mercadoria marxiano, argumenta-se que o sistema do capital esconde sob um "véu tecnológico" as relações sociais na tentativa constante de ocultar o trabalho humano como fonte vital e crucial de valorização do capital e de sustentação de toda economia contemporânea, sem o qual desmorona.

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A ação Coletiva no século XXI. O Trabalho Autônomo e o Cibertariado

O capítulo retoma a dicotomia capital × trabalho na sociedade contemporânea para demonstrar que, sob o discurso neoliberal da superação da luta de classes, persistem — e se renovam — as formas de exploração da força de trabalho.

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ALÉM DO HORIZONTE DIGITAL: EXPLORANDO O CROWDWORK NO BRASIL E SUAS IMPLICAÇÕES NA SOCIEDADE DO TRABALHO

No capitalismo contemporâneo emerge um novo trabalho de plataformas digitais: o crowdwork. Nesse sentido, o presente artigo trata sobre o estudo do crowdwork ou microtrabalho no Brasil, em que consiste na realização de microtarefas realizadas por humanos a fim de treinar a Inteligência Artificial. No paradigma da heteromação, o loop humano se torna essencial, porém precário.

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Os Impactos da Indústria 4.0 no Âmbito Jurídico: uma análise da evolução digital do direito

Este trabalho tem como objeto de pesquisa a análise dos efeitos da quarta revolução industrial, de como essa revolução tem contribuído para o desenvolvimento de softwares denominados inteligências artificiais e de como esses softwares podem ocasionar a perda de empregos na área jurídica. Esses programas têm como característica a capacidade de aprender e operar igual a um ser humano.

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Colonialidade de Gênero e o Trabalho Subalterno: a opressão do sistema gênero/raça e seu reflexo na consolidação de um perfil tutelar discriminatório do trabalho da mulher

Apesar de superado, o colonialismo perdura através da Colonialidade. Sob uma ótica eurocêntrica, vê-se a história ser contada de maneira a silenciar as particularidades das ex-colônias. Dessa forma foi orquestrada a produção do saber do sul, que reproduz o padrão eurocêntrico, causando o apagamento das perspectivas subalternas. Consequentemente, assim opera a doutrina jus-trabalhista, reproduzindo essas mesmas construções de identidades hegemônicas.

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A Organização do Trabalho enquanto Organização de Poder: explicações científicas extraídas da sociedade de controle — respostas e proposições das teorias organizacional e jurídica críticas

O artigo procura, inicialmente, revelar a maneira como o direito e o estado modernos formularam e instituíram a forma jurídica trabalho livre-subordinado; a maneira como ela se tornou o a priori das teorizações, a protoforma da vida a reger a sociedade moderna, a partir da compra e venda da força de trabalho.

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Neotaylorismo digital e a economia do (des)compartilhamento

O presente artigo tem como objeto os modelos de divisão do trabalho da economia do compartilhamento a partir das formulações apresentadas pela administração científica contemporânea. Descreve o neotaylorismo digital aplicado às plataformas informacionais, em modelos considerados "bem-sucedidos" pelo capitalismo cognitivo, contudo onerosos socialmente.

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A Subordinação Estrutural nas Relações Trabalhistas On Demand: o caso Uber

A necessidade em ter uma normatização específica referente às novas relações de trabalho impostas pelo mundo tecnológico é uma das discussões mais relevantes do mundo atual.

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Cosmo e Cosentino Advogados — atuação consultiva e contenciosa em Direito do Trabalho, Direito Sindical e Terceiro Setor.